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Anedota: Os três castigos chineses

Um homem chega a um pequeno hotel e pergunta se tem um quarto para passar a noite. O dono do hotel que era chinês, responde que só tem um quarto no terceiro piso, junto ao quarto da sua filha, mas advertiu que se acontecia algo com a sua filha, ele aplicaria os 3 castigos chineses
O homem assegura que só quer dormir, que não vai acontecer nada e aceita o quarto. Na hora de jantar, desce a escada uma chinesa de uns 18 anos, linda e sensual. Durante o jantar a chinesa não deixa de olhar o homem de forma provocante, e este não podia deixar de pensar no que o velho chinês tinha dito
Já de noite, a tentação foi demasiado forte, o homem não aguentou e foi para o quarto da chinesa e fizeram trica trica por várias horas
Depois, já cansado o homem volta ao quarto dele para descansar e dormir.
Na manhã seguinte, o homem acordou com uma pedra enorme em cima do corpo, com um papel que dizia:
Plimeilo castigo chinês: Pedla em cima do colpo!
O homem sorri e pensa, que se isso é o pior que podia fazer o velho chinês, não haveria grande problema, levantou-se, carregou a rocha e atirou-a pela janela. No momento que atira a pedra repara noutro papel colado na janela que dizia:
Segundo castigo chinês: Pedla amallada ao testiiculo dileito!!
O homem ao ver que a corda estava já a chegar ao ponto de esticar, não pensa duas vezes e salta pela janela melhor um par de ossos partidos do que uma bola amputada
Quando salta pela janela repara numa placa em frente que dizia:
Telceilo castigo chinês: Testiiculo esqueldo amalado à cama

Ele viu a Sua Casa a Ser Destruída, e só pediu uma coisa à Polícia

Ele viu a sua casa a ser destruída, e só pediu uma coisa à policia. Este homem viveu durante anos na sua casa na floresta, um sem abrigo que construiu uma pequena barraca qu…

Imagina ajudares a carregar um espelho e de repente vês nele uma imagem!

Imagina ajudares a carregar um espelho e de repente vês nele uma imagem!

Pois, foi o que aconteceu a estes homens. Nem imaginas a cara deles ao ver que o espelho reflectia uma imagem fora do normal.
Eles ficaram, estupefactos com aquela imagem, nem sabiam como reagir, os últimos então ficaram tão maravilhados, parece que nunca viram nada igual ou parecido, como se fosse a primeira vez que viram uma coisa daquelas.
E tu como reagias? Possivelmente não te importavas de levar o espelho uns bons metros.

Este menino deficiente era mal tratado pelo pai, o que a irmã fez por ele é emocionante!

Inaceitável o que este pai foi capaz de fazer com seu próprio filho deficiente – esse homem é um monstro. Se te impressionas facilmente, não continues a ler, mas isto deve ser partilhado, para prevenir outros casos parecidos.

A história de Quinten Douglas Wood é inconcebível. É uma história que envolve maus tratos de criança por parte dos pais e descuido das autoridades. Mas acima de tudo, é uma história que envolve amor incondicional.

Vejam abaixo toda a historia relatada pela irmã do Quinten Douglas

“Há 9 anos eu conheci meu pai biológico e descobri que eu tinha três irmãos mais novos. Três dias depois de conhecê-los nosso pai perguntou se eles podiam vir viver comigo enquanto ele ia trabalhar no exterior. Essa foi a nossa primeira noite juntos, eles tinham 6 e 7 anos na época. Eu tinha 19. Como eu os conheci apenas 3 dias depois de me tornar responsável por eles, o amor que eu tenho por eles é mais de mãe do que de irmã.
Este é o Quinten. Ele tinha 7 anos quando veio viver comigo. Quinten nasceu com uma doença cromossómica muito rara que o impossibilitava de andar, falar ou ter qualquer independência. Ele era o menino mais feliz de todos. Ele dava risadas de qualquer coisa. Ele amava música, água, ser carregado e aconchegado e rodopiado. Ele gostava de ser tratado como um GAROTO, não como um bebê frágil – e ele NÃO era doente ou frágil – havia apenas algumas coisas óbvias nas quais nós tínhamos que prestar atenção. Ele nunca, NUNCA chorava, a não ser que estivesse fingindo para conseguir mais guloseimas. Em qualquer lugar que ele fosse, Cameron ia também. Apesar de ser o irmão mais novo, Cameron era o guarda-costas de Quinten. Ele lutava por ele, contava-lhe os seus segredos e encontrava conforto com ele quando não se sentia bem. Quando ele estava no primeiro ano eu tive que ensiná-lo em casa, porque ele não funcionava na escola pública – ele estava preocupado demais em saber onde Quinten estava e se estava tudo bem com ele. Quinten no seu aniversário eu comprei um bolo branco tentando evitar uma bagunça, mas ele queria chocolate! Então ele deu a volta na mesa, puxou o bolo na sua direção e mergulhou! Era assim que Quinten era com comida – você pensava que estava fora do seu alcance, mas então ele a estava comendo assim que você virava as costas. Após quase 4 anos tomando conta deles eu cheguei a um ponto onde eu não podia mais continuar, tanto emocionalmente quanto financeiramente. Nosso pai mandava dinheiro, mas eu ainda tinha que trabalhar. Encontrar alguém que pudesse tomar conta deles durante o dia e que eu pudesse pagar era praticamente impossível e Cameron estava a chegar a uma idade na qual ele precisava do pai. Então eu pedi ao nosso pai que voltasse aos Estados Unidos e assumisse a guarda deles. Quando me despedi deles no aeroporto, eu sinto por vezes que esse foi o último dia no qual eu vivi. Após 2 anos no exterior com os meninos, nosso pai voltou ao Estados Unidos. Eu estava eufórica. Eles estavam a apenas 4 horas de distância e eu iria visitá-los sempre que pudesse. Eles estavam com 12 e 13 anos. Conforme o tempo passava, entretanto, eu comecei a perceber que Quinten estava muito pálido e muito magro e que ele não estava mais feliz. Eu tentei aparecer com mais frequência, todas as vezes que eu chegava não havia comida , a casa estava imunda e todos estavam tristes. Eu comprava mantimentos e passava toda minha visita limpando, e tudo estava novamente sujo na próxima visita. Os garotos continuavam adoecendo, resfriados que nunca iam embora, mas meu pai nunca os levava ao médico. Para mim estava claro que nosso pai tinha parado de tomar conta das crianças. Cameron, que agora estava com 14 anos, estava assumindo o peso da responsabilidade, cozinhando, tomando conta dele e do Quinten – desde dar banho até trocar as fraldas. Nosso pai também estava abusando física e emocionalmente de Cameron. Após perceber isso, eu fiz uma das coisas mais difíceis que já fiz em toda minha vida. Em 17 de dezembro de 2012 eu denunciei meu pai por abuso infantil. Uma assistente social foi à escola dos garotos e entrevistou Cameron. Ele contou que era deixado sozinho para cuidar de Quinten o dia inteiro, que o pai dele estava abusando dele e que raramente havia comida dentro de casa. Essa assistente social prometeu a eles e a mim que iria à casa deles para avaliar melhor a situação. Eu esperei 3 semanas. Por 3 semanas eu liguei para o Cameron para saber se ela tinha ido lá. Ela nunca apareceu. Cameron me contou que todos os dias ele abraçava Quinten e dizia: “Tenha um pouco de paciência. Nossa irmã está enviando alguém para nos salvar”. Mas ninguém jamais apareceu. Eu pensei muitas vezes em simplesmente dirigir até lá e buscá-los, já que essa assistente social tinha claramente decidido que compras de Natal ou algo mais era mais importante que resgatar meus irmãos daquele inferno. Mas toda vez que eu ligava para o Conselho Tutelar eles me diziam para ser paciente, que alguém iria lá em breve e que se eu buscasse os garotos eu seria acusada de sequestro. Como eu morava em outro Estado, seria considerado sequestro criminoso e eu jamais veria as crianças novamente, e elas voltariam para o nosso pai. Quinten ficou doente de novo bem perto do Ano Novo e novamente não foi levado ao médico. Tudo que nosso pai fez foi comprar xarope e Vicky Vaporub e falar para o Cameron dar isso a ele. No dia 3 de janeiro Cameron me ligou muito preocupado, dizendo que “algo está diferente, ele não está melhorando. Ele não come, está chorando e eu não consigo fazê-lo parar”. Ele colocou o telefone no ouvido de Quinten e eu disse: “Eu te amo. É bom que você melhore, porque amanhã estou indo aí e vou te abraçar, te apertar e te levar para casa comigo. Tudo ficará bem”. Cameron me disse que ele tinha sorrido e parado de chorar quando ouviu minha voz. Tanto Cameron quanto eu imploramos ao nosso pai para levar Quinten ao hospital e ele disse que faria isso naquela noite, o que ele não fez. Então eu e meu marido planejamos viajar ao meio-dia no dia seguinte, dirigir até lá e ligar para a polícia quando estivéssemos na casa para dizer: “Ou vocês assumem a custódia das crianças ou deixem que a gente as leve, mas tirem-as daqui”. Eu disse ao Cameron para segurar o Quinten e balançá-lo, para passar a mão no cabelo dele, pois mesmo quando remédios não conseguem te fazer sentir melhor, abraços e carinho às vezes conseguem. Então Cameron colocou o colchão dele na sala, perto do sofá onde Quinten estava dormindo, já que o colchão dele estava muito sujo de urina. Se você der um zoom no papelão nas imagens, você pode ver fezes grudadas nele. Havia resíduos humanos e de animais por toda a casa. Na manhã de 4 de janeiro Cameron acordou e Quinten estava morto. Cameron estava segurando a mão dele enquanto dormia e quando acordou percebeu que ela estava fria. Ele correu para o nosso pai, que como sempre estava no quarto dele na frente do computador. Nosso pai tentou realizar reanimação cardiorrespiratória nele, sem sucesso. Quando os paramédicos chegaram, eles disseram que ele estava morto havia pelo menos 3 horas. O sofá da foto é onde ele morreu. Se você der um zoom conseguirá ver a descoloração nas partes do sofá onde ele havia urinado – o sofá estava tão encharcado de urina que se você sentasse nele suas roupas ficariam com cheiro de urina mesmo depois de você lavá-las. Nós descobrimos recentemente que enquanto eles aguardavam os paramédicos nossos pais obrigou Cameron a trocar a fralda do corpo de Quinten, para tentar encobrir o fato de que ele estava completamente sujo. Eu estou trabalhando muito para tentar que a justiça seja feita. Nosso pai precisa ir para a cadeia, não há outra opção. Não importa o quão deprimido alguém esteja, é preciso ser um tipo bem especial de monstro para olhar para o outro lado enquanto seu filho morre na sua frente. Infelizmente porque NINGUÉM fez seu trabalho e documentou o abuso parece que nosso pai conseguirá escapar dessa. ssa é a primeira vez que eu posto alguma coisa, eu queria publicar essa história para lembrar a todos que se você apenas PENSA que uma criança está sendo maltratada, FALE ALGUMA COISA. Especialmente se elas são deficientes – muitas pessoas pensam que deficiente é igual a doente e NÃO é! Você pode ser a única voz que eles têm. Não importa se os pais são seus amigos, membros da sua família, que você pode estar começando um drama. Você pode ser a única coisa evitando que um jovem garoto tenha que ficar em pé diante de um caixão para dizer adeus ao seu irmão pela última vez. Mas eu quero também que as pessoas se lembrem dele. O nome dele era Quinten Douglas Wood e ele era a melhor coisa que já aconteceu comigo. O sorriso dele fazia meu mundo girar. Então por favor compartilhe isso com seus amigos, eu só quero que o mundo lembre de um garotinho que todos esqueceram. Descanse em paz meu doce homenzinho, eu te amo. A irmã começou um abaixo-assinado online – com um sucesso espantoso. Mais de meio milhão de pessoas já o assinaram. E o pai foi de fato julgado em duas diferentes ocasiões por maltrato de crianças. A assistente social que deveria ter visitado a casa de Quinten e Cameron foi mandada embora e condenada judicialmente. E o Estado de Oklahoma editou uma nova lei sobre o assunto, que obriga as autoridades a priorizar casos que envolvam crianças com deficiência. Quinten, de alguma forma, ainda vive e seu destino pode servir para ajudar outras crianças.

Anedota: Sogra a Valer!

O guarda manda um homem parar o carro.

– Os seus documentos, por favor. O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é de 100.

– Não, Sr. guarda, eu estava a 100, de certeza.

A sogra dele corrige:
– Oh, Chico, então! Tu estavas a 130 ou mais!

O tipo olha para a sogra com o rosto fervendo.

– E o farol da direita não está a funcionar…

– O farol? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…

A sogra insiste:
– Oh, Chico, que mentira! Há semanas que falas que precisas de arranjar o farol!

O homem está fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.

– E o senhor está sem o cinto de segurança.

– Mas eu estava com ele. Eu só o tirei para ir buscar os documentos!

– Oh, Chico, deixa-te disso! Tu nunca usas o cinto!

O tipo não se contém e grita para a sogra:

– CALE ESSA BOCA!

O guarda inclina-se e pergunta à senhora:

– Ele grita sempre assim com a senhora?

Ela responde:
– Não, Sr. guarda. Só quando bebe.

Anedota: 3 coelhos para uma queca!

Ía um coelho grande a passear na floresta, quando se depara com um coelho mais pequenino. Diz o pequenino:
– Olá amigo, onde vais?.
Responde o grande:
– Vou dar uma queca!.
– Uma queca, o que é isso?
– Vem e também dás uma!
E assim seguiram os dois pela floresta. Um pouco mais à frente encontram um coelho ainda mais pequenino. Pergunta este:
– Onde vão?
Responde o coelho pequenino:
– Vamos dar uma queca?
– Uma queca, o que é isso?- pergunta o mais pequenino.
– Não sei, mas vens e também experimentas.
E assim foram os 3 pela floresta até que aparece uma linda coelha. O coelho grande, mal vê a coelha desata a correr atrás dela, com os seus dois amigos. A coelha muito assustada, resolve começar a correr à volta de um grande tanque, sendo perseguida pelos três coelhinhos a alta velocidade. Passado algumas voltas, o coelho mais pequenino pára e diz para os amigos, com um ar muito cansado:
– Meus amigos, mais duas quecas e vou-me embora!